Pernambuco tem desafio de diminuir transmissão de vírus da aids para bebês

Em 2014, foram 619 mortes em Pernambuco por aids. Já em 2017 ocorreram 587 / Foto: Reprodução


Na semana em que são comemorados os 30 anos do Dia Mundial de Luta contra a Aids, o Ministério da Saúde divulgou ontem os dados da infecção por HIV no País. Levantamento demonstra uma redução de 16,5% na mortalidade da doença no Brasil, se compararmos 2017 a 2014 – ano em que se tornou compulsória a notificação do vírus. Em Pernambuco, os dados apontam melhora na identificação dos casos e redução no número de óbitos decorrentes da doença. O desafio do Estado, agora, é tentar reduzir a transmissão vertical, quando a gestante passa o vírus para o bebê. A taxa de gestantes infectadas se manteve estática e a de crianças menores de 5 anos com a doença aumentou.
De acordo com o boletim do Ministério da Saúde, em 2017, foram 367 casos e até junho de 2018 já tinham sido registrados 250. Em 2016, a taxa de detecção de crianças menores de 5 anos infectadas por 100 mil habitantes era de 2,5. Em 2017, esse coeficiente subiu para 2,9, colocando Pernambuco no segundo lugar dos Estados do Nordeste com maior taxa de detecção nessa faixa etária.

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