Petrobrás aceita negociar reajustes

O novo presidente da Petrobrás, Ivan Monteiro, não pretende dar um



A Petrobrás negocia uma alternativa para a mudança da periodicidade de reajuste dos combustíveis, mas rejeita qualquer proposta que não respeite a paridade com os preços internacionais ou que represente prejuízos para o caixa da companhia, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo e o Broadcast(serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado).

Esse espaço de negociação, na prática, estava ocorrendo ainda na gestão de Pedro Parente, que deixou o comando da empresa, na semana passada, depois de intenso bombardeio político e de setores da população.

Em janeiro, a estatal já havia alterado a periodicidade de reajuste do gás de cozinha de mensal para trimestral. Foi o primeiro movimento.

Depois, a empresa aceitou uma política de reajuste diferenciada para o diesel e que será subsidiada pela União. Mas a pressão continua para mudanças também na gasolina e no preço do gás de botijão (GLP).


O novo presidente da Petrobrás, Ivan Monteiro, não pretende dar um "cavalo de pau" na política de preços, de acordo com fontes ouvidas pela reportagem.

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